Pra que saber da vida
se imóvel, contida
Pra que saber da dor
se arde, às vezes indolor
Pra que saber do amor
se dói, se morro de dor
Pra que saber se minto
se sorrio, estou faminto
Pra que saber o que sou
se me dano no que ecoou
Pra que saber da saudade
se longe está, pura maldade
Pra que saber da confiança
se nos nocauteia, nos cansa
Pra que saber da esperança
se morre ainda criança
Pra que saber do fim
se interessa só a mim
terça-feira, 27 de novembro de 2007
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1 comentários:
Linda poesia Marcelo!
Bem estruturada e que me levou a uma reflexao. Adorei!
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