terça-feira, 30 de março de 2010

Não mais sobre apagões, mas ainda sobre vinho

Dormi duas horas de ontem pra hoje. Acordei sóbrio. A Maria, da minha sala - editora e cinegrafista da minha matéria -, me acordou oito e meia da manhã com um toque no celular. A gente havia combinado de editar a matéria numa produtora responsável pelo material da Paraná Educativa. O nome do lugar eu não lembro. Também não importa. É uma sala bem resolvida, tem equipamentos que a UEL jamais sonharia ter. O cara que editou a nossa matéria é jornalista e trabalha lá com o irmão e mais uma galera que, na hora, não tava presente. Ele se chama Marcelo, nosso editor. Louvado seja este nome. O cara manda bem, edita que é uma beleza. Bate na tecla mais rápido que asa de beija-flor. Fiquei impressionado. O mundo profissional é bem diferente do que a gente tá acostumado a ver dentro da universidade. No final das contas a matéria ficou bacana, rendeu 3 minutos e alguma coisa. Louvado também seja o vinho, que eu inclusive, lembro agora, dei de presente pra Flora.

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